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субота, 21. мај 2011.

A Europa Assume A Sua Dependência do Gás Russo: Voz da Rússia

A Europa Assume A Sua Dependência do Gás Russo: Voz da Rússia



Noticiario Vespertino 20-05-11
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A Europa Assume A Sua Dependência do Gás Russo

20.05.2011, 01:31
foto: EPA
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O fornecimento estável de gás da Rússia é um elemento-chave do desenvolvimento econômico da Europa Unida. Essa é a conclusão dos trabalhos da conferência internacional “Diálogo da Rússia e da UE sobre a Energia” que está a se realizar em Berlim. Os europeus assumiram uma tese que Moscovo tinha dito há muito tempo - não existe uma alternativa ao gás acessível e segura para o meio ambiente, e o fornecedor do gás mais confiável é a Rússia.

Uma série de revoluções nos países do Norte de África e do Oriente Médio, bem como um desastre no Japão parece ter forçado a Europa a repensar a estratégia de cooperação com a Rússia no sector da energia. Os países da UE que mais recentemente insistiam na diversificação dos fornecimentos agora expressam a sua vontade ter uma parceria de longo prazo com Moscovo. Na conferência de Berlim o presidente da indústria de gás natural da União Europeia, Jean-François Cirelli, reconheceu: a longo prazo é o gás russo que é vai desempenhar um papel importante na cesta energética da região.

Professor da Escola Superiór da Economia, Leoníd Grigóriev, anota que quase a Europa inteira reconheceu o óbvio. Mas o importante é o fato de conscientização e da mudança no tom do diálogo bilateral.

Em muitos países, especialmente em Alemanha, há uma grande proporção da geração de energia a carvão que é suja, dá o efeito de estufa e em princípio há de ser substiída pelo gás. Tendo em conta que após o “Fukushima” é difícil esperar alguma espécie de renascimento nuclear, então, é natural que o gás volte. E afirmações de tais pessoas respeitadas são apenas uma reação extra. Porque é que não os houve há 2-3 anos? Naquela altura todos estavam calados. E agora todos finalmente entenderam: o gás é a única fonte pura para a economia europeia.

Na última década Bruxelas apesar de todos os apelos de Moscovo a uma busca de um diálogo construtivo, procurava meios de se livrar de uma ameaça imaginária de uma dependência excessiva do gás russo. Desenvolviam-se rotas de gasodutos alternativos (como o Nabucco, irremediavelmente preso na fase do projecto), iniciou-se o fornecimento de gás liquefeito do Catar, os investimentos multi-bilionários foram direcionados à energia alternativa. Mas a porção da Gazprom no mercado europeu semore permaneceu acima de 40 por cento, ressalta o especialista do Instituto de Economia da Academia das Ciências, Borís Frúmkin.

Foi ponderada uma outra opção, o desenvolvimento e a utilização de reservas de gás de xisto que existem na maioria dos países europeus. Mas é também um processo demorado e caro. Estas reservas estão a ser apenas exploradas. Ninguém realmente sabe como será a produção, que riscos ambientais terá. Portanto, durante pelo menos 15 ou até 20 anos, o abastecimento normal de gás encanado e parcialmente de liquefeito continuará a ser a principal fonte de abastecimento energético da Europa. E aqui, naturalmente, a porção da Rússia será grande.

Todos admitem honestamente na Europa que foram assustados pelos eventos no Oriente Médio e no Japão. Países politicamente instáveis não podem garantir o abastecimento de energia, e a energia nuclear é sempre insegura, o seu futuro é duvidoso. Neste contexto a Rússia metodicamente cumpra as suas promessas - está concluída a primeira fase do gasoduto “Corrente do Norte”, e o abastecimento começará no final do ano. Foram concluídos todos os regulamentos do projecto “Corrente do Sul”. Dadas as previsões do crescimento de consumo de gás na Europa não inferior à um per cento cada ano, a Rússia servirá como um importante fornecedor de combustível durante muitos anos.

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